Como faturar no Mercado de Luxo

Como faturar no Mercado de Luxo

A revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios de janeiro publicou em sua página uma matéria sobre as novas tendências do mercado mundial de luxo.

As mudanças nos produtos e serviços voltados para as classes A e B entraram em pauta no primeiro dia do encontro mundial do varejo – o Retail’s Big Show, promovido pela National Retail Federation (Federação Nacional do Varejo dos EUA), que acontece em Nova York. Segundo Matthew Woolsey, vice-presidente da Barneys New York, loja de departamentos especializada em marcas de luxo, há muito espaço para quem quer apostar no segmento – a cada ano, surgem 10 milhões de novos consumidores. Mas é preciso entender as novas regras que regem o setor. Para Ken Nisch, presidente da consultoria de varejo JGA, é preciso prestar atenção na nova geração de “Henrys” (High Earners Not Rich Yet – na tradução literal, pessoas com salário alto, mas que ainda não são ricas). “São esses novos consumidores que vão determinar os caminhos do mercado nos próximos cinco anos”, diz. Confira a seguir as cinco maiores tendências para quem quer apostar em produtos e serviços premium.

Personalização: É preciso criar uma relação personalizada com o cliente. Não basta recomendar produtos como faz a Amazon: é preciso entender que tipo de produto o cliente quer e, a partir disso, criar novos itens ou categorias dentro da loja. Até o sistema de busca na loja online deve ser personalizado, com base no histórico anterior daquele comprador.

Autenticidade: A nova geração de consumidores de luxo é formada por millennials que ganharam dinheiro rapidamente. Para eles, mais do que a marca, o que importa é a história do produto, a inspiração por trás do que está sendo mostrado. É importante contar as histórias das marcas e de seus criadores originais, e como seu talento influencia os produtos até hoje.

Curadoria: É preciso oferecer para o cliente um serviço especializado. “Quem vai à Barneys sabe que fazemos uma escolha rigorosa de marcas. E, depois, selecionamos a dedo as peças daquelas marcas. Quando colocamos algo à venda, estamos na verdade compartilhando nossa expertise com o consumidor”, diz Woolsey. Segundo ele, essa atitude engaja o cliente e diferencia a loja dos concorrentes.

Aluguel: O consumidor conhecido como “Henry” ganhou muito dinheiro em pouco tempo, mas não tem o hábito de acumular bens. Ele não quer ter um carro último tipo ou mansões vistosas. Prefere manter o dinheiro em movimento – por isso, aluguel de carros, casas, helicópteros e lanchas, por exemplo, são serviços que o agradam em cheio.

Funcionalidade: Marcas de luxo não se resumem a status: muitas delas já estão produzindo itens que têm utilidade clara na vida do consumidor, como braceletes inteligentes (que monitoram a sua saúde) e produtos ecológicos, que ajudam a preservar a natureza.
Bem-estar Hoje em dia, a marca de comida saudável Whole Foods é sinônimo de luxo nos EUA. Outro exemplo da tendência é a companhia Sleep Number, que cria quartos sofisticados com o objetivo de proporcionar descanso e bem-estar ao cliente.

Diversidade: O que é luxo para você pode não ser para um americano, ou indiano, ou japonês. É preciso entender como o indivíduo de cada cultura se relaciona com esse mercado. Alguns valores, no entanto, continuam universais: singularidade, foco na experiência, tecnologia como serviço, simplicidade nas soluções, sofisticação no atendimento.

Fonte: http://goo.gl/OXhFXi

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